31 de julho de 2025
Ministério

Wellington César Lima e Silva é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública

Presidente escolheria um nome que equilibrasse perfil técnico, respaldo jurídico e capacidade

Por Redação com Assessorias: Edição: Artur Hugen
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Wellington César Lima e Silva é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, porém, ainda não está formalizada sua posse - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

(Brasília-DF, 14/01/2026) O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Wellington César Lima e Silva para substituir Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça e Segurança Pública, na tarde desta terça-feira (13). O anúncio oficial ainda não foi feito pelo presidente.

Wellington César Lima e Silva é ligado a políticos petistas da Bahia, especialmente ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. Ele também tem proximidade com o próprio presidente.

No momento, Lima e Silva, exerce o cargo de advogado-geral da Petrobras. Lula queria escolher um nome que equilibrasse perfil técnico, respaldo jurídico e capacidade de diálogo político, confirmaram assessorias.

Wellington Lima e Silva exercia suas funções no Rio de Janeiro, mas foi chamado a Brasília para conversar com o presidente e receber o convite para assumir a pasta deixada por Ricardo Lewandowski.

Segundo rumores de bastidores, os cotados eram o ministro da Educação, Camilo Santana, e o atual ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto. Corriam por fora o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.

Para alcançar o cargo, Wellington contou com o apoio figuras influentes do entorno do presidente: o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social). Wagner foi o principal fiador da entrada do advogado-geral da Petrobras no ministério.

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública não está fechado. A especulação é que continue como está, com um possível rearranjo interno que sinalize para uma política mais voltada ao combate ao crime organizado, mas sem que haja uma separação em dois ministérios” afirmam jornalistas.

 

(Da Redação com Ag. Brasil – EBC - Assessorias: Edição: Artur Hugen)