31 de julho de 2025
VOTAÇÕES EM MAIO

Presidente da Câmara diz que escala de trabalho 6x1 e minerais estratégicos serão votados em maio

Presidente da Câmara também defende votação de proposta sobre terras raras

Por Redação com Ag. Câmara – Edição: Artur Hugen
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Hugo Motta: trabalhador deve ter mais tempo para lazer e para a saúde - Foto: Acervo Câmara dos Deputados

(Brasília-DF, 17/03/2026) Nesta semana (25) o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em entrevista concedida na Paraíba, disse que pretende levar ao Plenário em maio a votação das propostas de emenda à Constituição que preveem a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1. Segundo ele, a admissibilidade da proposta deve ser votada no início do próximo mês na Comissão de Constituição e Justiça e seguir para a comissão especial.

As propostas são: PEC 8-25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP); e PEC 221-19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

Motta concedeu entrevista nesta semana (25) na Paraíba. Ele defendeu que o trabalhador tenha mais tempo de lazer, mais tempo para cuidar da saúde e mais tempo para a família, sem perder a produtividade.

“Precisamos ter sabedoria para ouvir o setor produtivo e quem emprega, para ter uma proposta que não represente um retrocesso para o país”, disse o presidente

Minerais estratégicos

Motta também afirmou que deve entrar em votação em breve a proposta que regulamenta a exploração das chamadas terras raras. Segundo o presidente, o relator do texto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), tem buscado dialogar com o governo e o setor produtivo para a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégico

O Projeto de Lei 2780/24 cria uma política para fomentar a pesquisa, a lavra e a transformação de minerais críticos e estratégicos de maneira sustentável

Motta defendeu uma legislação moderna na área, que garanta emprego e renda no país. “Que seja uma legislação abrangente, que permita que algumas empresas possam explorar esses minerais no Brasil, mas que aqui fiquem os dividendos, para que o Brasil possa exportar o produto com alto valor agregado”, disse.

(Da Redação com Ag. Câmara – Edição: Artur Hugen)