Flávio e Lula, no Rio Grande do Sul, estão empatados no primeiro turno e Flávio fica à frente no segundo turno; deputado ao governo sem favoritos entre Juliana Brizola e Zucco, com vantagem de Brizola no segundo turno
Para o Senado, disputa apertada, mas Manuela D’Ávila apare na frente
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(Brasília-DF,30/07/2026) Na manhã desta quinta-feira, 30, a parceria Genial/Quaest divulgou pesquisa voltada para o estado do Rio Grande do Sul com foco na disputa presidencial, Governo do Estado e Senado Federal.
Para o Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão tecnicamente empatados no 1º turno: Flávio tem 32% e Lula tem 30%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 3%; Renan Santos (Missão), 2%. Indecisos são 19%.
A disputa presidencial é mais equilibrada do que a eleição estadual, mas também mais consolidada. Flávio e Lula concentram juntos 62% das intenções de votos - 50% dizem ter voto definitivo para presidente. Para governador, são 34%. Para senador, também 34%.
No 2º turno, Flávio aparece numericamente à frente de Lula, mas os dois estão no limite do empate técnico: Flávio: 40% e Lula: 35%. Indecisos são 11%; branco/nulo/não vai votar, 14%. Lula também está tecnicamente empatado com Caiado e Zema.
O governo Lula melhorou sua posição no estado, mas continua com saldo negativo. A aprovação passou de 38% para 39%, e a desaprovação caiu de 56% para 55%. Em fevereiro de 2025, eram 33% de aprovação e 66% de desaprovação.
A Quaest ouviu 1.104 eleitores em 62 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 24 e 28 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos.
Governo do Estado
A nova Pesquisa Genial/Quaest mostra que a eleição para governador do Rio Grande do Sul começa sem favorito. Juliana Brizola( PDT) aparece com 24% e o deputado federal Luciano Zucco (PL) aparece com 22% estão tecnicamente empatados, enquanto quase 1/3 ainda não escolheu candidato.
A fotografia é de empate, mas a estrutura da disputa é bastante desigual. Juliana concentra o eleitorado de esquerda. Zucco reúne o voto da direita. Gabriel Souza, candidato associado à continuidade do governo Eduardo Leite, ainda não conseguiu ocupar o centro.
O maior problema de Gabriel Souza é a baixa transferência do capital político do governo. Apenas 15% identificam Gabriel como o candidato apoiado por Eduardo Leite. Outros 79% não sabem apontar quem representa a continuidade do atual governador.
Além disso, o ambiente político não favorece claramente a sucessão. Para 51%, Eduardo Leite não merece eleger o sucessor que indicar. Outros 38% dizem que merece.
No 2º turno, Zucco diminuiu a distância para Juliana e eles aparecem agora tecnicamente empatados: 35% x 31%. Indecisos são 21%; branco/nulo/não vai votar, 13%.
Entre Juliana e Gabriel Souza, a candidata do PDT vence por 35% a 20%. Mas 26% permanecem indecisos. No cenário entre Zucco e Gabriel, o candidato do PL aparece na frente: Zucco: 32% e Gabriel: 20%. E 28% estão indecisos.
A eleição para governador continua muito pouco consolidada. Apenas 34% consideram seu voto definitivo, enquanto 62% ainda podem mudar. Entre os eleitores de Zucco, porém, 57% dizem que a decisão já está tomada. Entre os de Juliana, são 47%.
Senado
Para o Senado, Manuela D’Ávila aparece numericamente à frente, com 12% na combinação dos dois votos. Germano Rigotto( MDB) e Paulo Pimenta( PT) têm 9% cada. Marcel Van Hattem aparece com 7%, e Ubiratan Sanderson, com 6%. O principal dado do Senado, no entanto, é a enorme indefinição: 39%
Há um contraste importante entre Manuela e os nomes da direita. Manuela lidera, mas só 47% de seus eleitores dizem ter voto definitivo. Entre os eleitores de Van Hattem e Sanderson, 64% afirmam que a escolha já está consolidada.
( da redação com informações de redes sociais. Edição: Política Real_)