Bancada Sulista começa a publicar a tradicional revista NOVA FASE; nesta semana, José Ivaldace lançou o “Um Príncipe Japonês nascido no Brasil” com direito a presença do embaixador do Japão no Brasil, Noguchi Yasushi
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(Brasilia-DF, 22/08/2026) O Bancada Sulista irá publicar as edições da revista de informação NOVA FASE. Veja a integra da edição AQUI.
Na edição de agosto, o editor e presidente da editora que a publica, José Ivaldace Pereira dá destaque ao Japão.
A revista que tem sua base em Cascavel, no Paraná, mas que tem ampla repercussão em todo o Paraná, ao tratar do Japão salienta a importância do Japão para as relações com o Brasil visto que o Estado tem uma das maiores comunidades nipônicas no Brasil e na América do Sul.
Nessa semana, em solenidade realizada em Brasília, o Embaixador do Japão no Brasil, NOGUCHI Yasushi, prestigiou o lançamento do livro "UM PRÍNCIPE JAPONÊS NASCIDO NO BRASIL", de autoria do jornalista José Ivaldece Pereira, de Cascavel.
A obra, dedicada à memória da coragem da imigração japonesa, resgata a trajetória dos primeiros imigrantes da Terra do Sol Nascente que chegaram ao Brasil a bordo do navio Kasato Maru, em 1908. O livro também presta homenagem ao próprio embaixador, reconhecido pela paciência oriental, amabilidade e pelo profundo respeito e apoio às tradições que unem Brasil e Japão em diversos segmentos.
Durante o evento, o Embaixador NOGUCHI Yasushi enalteceu a iniciativa e destacou a importância de obras que contribuem para o conhecimento e o entretenimento.
Ele reforçou o compromisso em apoiar projetos que fortaleçam a paz e a harmonia entre os dois povos e colocou-se à disposição para futuras ações culturais.
A HISTÓRIA QUE O LIVRO CONTA
No prólogo, a narrativa volta a 1905, quando o Japão completava 265 anos de paz.
Em uma pequena aldeia entre montanhas, a jovem Satiko Nogu convivia com a fome e a escassez de arroz.
É a partir dessa realidade que o livro inicia a saga de uma mulher que, em 1908, deixou o Japão sem saber se voltaria. Grávida, ela enfrentou 54 dias de travessia em mar aberto e recomeçou a vida sozinha entre os cafezais do Brasil, um país que não era o seu.
A obra mistura memória, superação, documentos e afetos. Entre a cachoeira do rio Tietê e a fazenda do Coronel Afonso, o leitor acompanha uma história que aborda silêncios, protocolos, amor contido e escolhas difíceis.
De acordo com o autor, não se trata de um romance histórico frio, mas de uma saga humana.
O livro busca mostrar como o Brasil recebeu mais de 190 mil japoneses entre 1908 e 1941: com trabalho, adaptação e histórias guardadas no interior das famílias.
A publicação também propõe uma reflexão sobre a presença da cultura japonesa no Brasil.
Aos que possuem sobrenome japonês, a obra pode trazer reconhecimento.
Aos demais, ajuda a compreender por que o Brasil fala japonês em tantos lares, escolas, indústrias e templos.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)